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Kriart Engenharia

Estudos de Curto-Circuito, Proteção, Seletividade e Arc Flash

Quando um defeito acontece, a proteção certa precisa atuar, e só ela. Os estudos de curto-circuito, coordenação e seletividade definem os ajustes de relés e disjuntores para isolar a falha sem derrubar a planta inteira. O estudo de arc flash calcula a energia que um arco elétrico pode liberar em cada painel e define a vestimenta e as distâncias seguras para quem trabalha nele. A Kriart faz os três estudos para indústrias, subestações e prédios em Salvador, Camaçari e região, com ART.

Estudo de curto-circuito

Calcula as correntes de curto-circuito trifásico e fase-terra em cada barramento da instalação, da entrada em média tensão até os quadros de baixa tensão. Com ele verificamos:

  • se os disjuntores e fusíveis têm capacidade de interrupção suficiente;
  • se cabos, barramentos e painéis suportam os esforços térmicos e mecânicos do curto;
  • os valores que servem de base para a seletividade e para o arc flash.

Os cálculos seguem metodologias consagradas, como a IEC 60909, a partir do levantamento em campo e dos dados da distribuidora no ponto de conexão.

Estudo de coordenação e seletividade

Define os ajustes de cada dispositivo de proteção, para que apenas a proteção mais próxima do defeito atue. Sem seletividade, um curto em um motor pode desligar o disjuntor geral da subestação e parar toda a produção.

  • Ajuste de relés de média tensão, como funções de sobrecorrente de fase e de neutro (50/51 e 50N/51N).
  • Coordenação com a proteção da Coelba no ponto de conexão, normalmente exigida na aprovação de subestações com disjuntor de média tensão.
  • Coordenogramas (curvas tempo × corrente) de cada ramo da instalação.
  • Seletividade em baixa tensão, entre disjuntores gerais, de quadros e de cargas.
  • Implantação e teste dos ajustes nos relés da subestação.

Estudo de arc flash (energia incidente)

O arco elétrico é uma das principais causas de queimaduras graves em eletricistas. O estudo calcula, para cada painel:

  • a energia incidente (cal/cm²) na distância de trabalho, pelo método da IEEE 1584;
  • a fronteira de arco, distância a partir da qual uma pessoa sem proteção pode sofrer queimadura de segundo grau;
  • a vestimenta e os EPIs adequados, com ATPV compatível com a energia calculada.

O resultado vira etiquetas de advertência fixadas nos painéis e recomendações para reduzir a energia incidente, como ajustes de proteção, modo manutenção e relés de detecção de arco. A NR-10 exige vestimentas adequadas às atividades, considerando a inflamabilidade, e o estudo é a forma técnica de especificá-las. Ele também alimenta o Prontuário de Instalações Elétricas.

Quando fazer os estudos

  • Subestação nova ou ampliação: antes da aprovação na distribuidora e da energização.
  • Troca de transformador, novos alimentadores ou cargas de grande porte.
  • Desligamentos indevidos: o disjuntor geral atua por defeitos em cargas pequenas.
  • Adequação à NR-10 e auditorias de clientes, seguradoras e matrizes.
  • Após acidentes ou quase acidentes com arco elétrico.
  • Revisão periódica: a NFPA 70E recomenda revisar o estudo de arc flash quando houver mudanças relevantes na instalação e, no máximo, a cada cinco anos.

O que você recebe

  1. Levantamento em campo: transformadores, cabos, relés, disjuntores, fusíveis e motores, com atualização do diagrama unifilar.
  2. Modelagem do sistema em software de estudos elétricos.
  3. Relatório técnico com memorial de cálculo, coordenogramas, tabela de ajustes e recomendações.
  4. Etiquetas de arc flash para os painéis.
  5. Implantação dos ajustes nos relés, quando contratada, com testes.
  6. ART do engenheiro eletricista responsável.

Para quem fazemos

Indústrias do Polo de Camaçari e do Centro Industrial de Aratu, usinas e empresas de geração, hospitais, shoppings, data centers, prédios corporativos e condomínios com subestação própria. Também atendemos empresas de montagem e EPC que precisam do estudo para entregar uma obra.

Solicite uma proposta pelo WhatsApp informando a potência da subestação e a quantidade de painéis.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre estudo de proteção e estudo de seletividade?

Na prática, fazem parte do mesmo trabalho. O estudo de proteção define os dispositivos e seus ajustes; a seletividade garante que, entre eles, só atue o mais próximo do defeito. Os dois dependem do estudo de curto-circuito.

A Coelba exige estudo de proteção?

Na aprovação de subestações com disjuntor de média tensão, a distribuidora normalmente exige o estudo de proteção e os ajustes do relé, coordenados com a proteção da rede no ponto de conexão.

O estudo de arc flash é obrigatório?

A NR-10 exige vestimentas adequadas às atividades, considerando a inflamabilidade, e medidas de controle do risco elétrico. O estudo de arc flash é a forma técnica de dimensionar essas vestimentas e de identificar os painéis mais perigosos, e é cada vez mais cobrado em auditorias e por seguradoras.

Precisa desligar a instalação para fazer o estudo?

O levantamento é feito, em sua maior parte, com a instalação em operação. A implantação e o teste dos ajustes nos relés exigem desligamento programado.

De quanto em quanto tempo refazer o estudo?

Sempre que a instalação mudar de forma relevante, como troca de transformador, novos alimentadores ou alteração da proteção da distribuidora. Para arc flash, a NFPA 70E recomenda revisão a cada cinco anos, no máximo.

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